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terça-feira, 12 de abril de 2011

TEMAS QUE MOBILIZAM A SOCIEDADE DE UM MODO GERAL


08 de abril de 2011                                                                  Rosania Santos Oliveira

            ExpoBahia neste domingo na capital baiana
                                                                     

Evento será realizado no Parque de Exposições de Salvador.
Expectativa é que mais de 40 mil pessoas visitem a feira.

Neste domingo (10), a partir das 8h, o Parque de Exposições de Salvador vai sediar a 1º Exposição Brasileira do Cavalo Campolina. A organização é das associações de criadores de animais da Bahia e até o dia 17 de abril, a primeira feira agropecuária do ano, no estado, irá expor mais de 3,5 mil animais. Os ingressos custam R$ 5 e crianças até 12 anos não pagam.
Além de estimular o agronegócio baiano, a ExpoBahia vai oferecer opções de lazer para toda a família. Feira de artesanato, passeios de pôneis e charretes, parque infantil, team penning e uma mostra de pequenos animais domésticos (cães, gatos, aves, entre outros), são algumas das atividades de entretenimento disponíveis ao público. A feira funcionará das 8hs ás 22hs.


                            

                                                             exposição




                                                             
                                           
                                                               




12 de abril de 2011                                                                                Rosania Santos Oliveira



SOCIEDADE DE PROTEÇÃO AMNIMAL

violência contra qualquer animal é crime e existe lei


Segundo a Lei de Crimes Ambientais, é crime praticar ato de violência contra qualquer animal. Porém, tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 4.548/98) que visa acabar com essa proteção para os animais domésticos.
A intenção do Projeto de Lei é alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais, retirando a expressão "domésticos e domesticados" e, assim, descriminalizar atos de abuso e maus-tratos contra esses animais.
Essa alteração significaria um enorme retrocesso na história da proteção animal no Brasil, ao tornar ainda mais branda a legislação animal vigente, favorecendo a impunidade. Os inúmeros casos de maus-tratos que se repetem diariamente no país deixariam de ser crime. O combate às condenáveis rinhas de cães e galos, por exemplo, seria dificultado ao extremo.
A WSPA Brasil - Sociedade Mundial de Proteção Animal - elaborou uma carta online a ser enviada aos deputados federais, pedindo que NÃO APROVEM o Projeto de Lei 4.548/98, que modifica o art.32. Para apoiar a campanha da WSPA, basta seguir o link da Campanha.
O abuso e mau tratato de animais é um crime sujeito à pena de detenção e/ou multa. Muitas pessoas adquirem um cão e se cansam dele. Não dão o devido cuidado e atenção. Existem aqueles que optam por abandonar os cães na rua e existem aqueles que decidem ficar com o cão e submetê-lo, muitas das vezes, em condições sub-humanas. Esta matéria visa dar uma abordagem geral de maus tratos de cães.
Acho que antes de começar a expor os problemas ocasionados pelo abandono e maus-tratos de cães, seria interessante expor para o leitor, o que leva uma pessoa a tomar estas atitudes. Quando uma pessoa adquire um filhote, algumas delas não pensam que ele irá crescer e que exige cuidados e atenção.
Leia a nossa matéria "O que você precisa saber antes de compra um cão.
  Portanto, os problemas mais comuns no caso de abandono são:
  • O cão está exigindo muito tempo. É preciso levar para passear, dar atençã, tem problemas quando é preciso fazer viagens etc;
  • Custo. É preciso vacinar, levar para tosa, gastos com ração e medicamentos;
  • O cão cresceu mais que o esperado e já não tem espaço suficiente na casa ou no apartamento;
  • Suja o ambiente, ou por soltar muito pêlo, ou porque é macho e faz marcações com xixi na casa.
  • Faz barulho, late demais e incomoda a vizinhança.
  • O cão é "burro!" não aprende o que eu o ensino.
  • Meu cão adoeceu e não tenho como tratá-lo
  • Meu cão envelheceu e não tenho mais paciência com ele.
  • Meu cão cresceu e não ficou "bonitinho" como eu queria.
  • Minha cadela ficou prenha (engravidou) e não a quero mais nem aos filhotes.


domingo, 10 de abril de 2011

DIREITOS DOS ANIMAIS


         LIBERAÇÃO ANIMAL

                     

                                 
A defesa dos direitos dos animais, assim como a dos direitos animais, da libertação animal ou abolicionismo, constitui um movimento que luta contra qualquer uso de animais não-humanos que os transforme em propriedades de seres humanos, ou seja, meios para fins humanos. É um movimento social radical que não se contenta em regular o uso "humanitário" de animais, mas que procura incluí-los na comunidade moral de modo a garantir que seus interesses básicos sejam respeitados e tenham igual consideração em relação aos interesses humanos. A reivindicação é de que os animais não devem ser considerados propriedade ou "recursos naturais", nem legalmente, nem moralmente justificáveis. Pelo contrário, devem ser considerados pessoas. Os defensores dos direitos animais advogam o veganismo como forma de abolir a exploração animal de forma direta no dia-a-dia.
Cursos de lei animal estão agora inclusos em 69 das 180 escolas de direito dos Estados Unidos, a ideia da extensão da qualidade de pessoas (ou sujeito de direito) é defendida por vários professores como Alan Dershowitz e Laurence Tribe da Harvard Law School. Este tem sido visto pelo um crescente número de advogados pelos diretos animais como um primeiro passo para a garantia de direitos para outros animais, outros enxergam como uma forma de exclusão do.
A Declaração Universal dos Direitos Animais foi proclamada em assembleia, pela UNESCO, em Bruxelas, no dia 27 de janeiro de 1978. Entretanto, tal declaração contém características condenadas pelos defensores de direitos animais. Em particular, o artigo 7º, cuja redação afirma que "animais destinados ao abate devem sê-lo sem sofrer ansiedade nem dor", ratifica a possibilidade de violação de umdireito  básico (o direito à integridade física) para fins humanos. direito  básico (o direito à integridade física) para fins humanos.


                                  




  História do conceito


Jeremy Bentham (1748-1832) é considerado um dos escritores que ampliaram o campo para a posterior elaboração dos direitos animais.
O debate sobre direitos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles, escreveu no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía assim sendo os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.
O filósofo Ramon Bogéa, no século XV afirmava que os animais diveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumenta que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor, sendo assim os maus-tratos não eram errados. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumenta, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade". Entretanto, como animais são seres sencientes "eles deveriam também participar do direito natural e que o homem é responsável no cumprimento de alguns deveres deles, especificamente "um tem o direito de não ser desnecessariamente maltratado pelo outro."
Também Voltaire respondeu a Descartes no seu Dicionário Filosófico:
Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que julgas que tenho sentimento, memória, ideias? Pois bem, calo-me. Vês-me entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Percebes que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento.Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objectivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.
Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumenta que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", ele argumenta, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.
Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio, deve ser a medida para como nós tratamos outros seres. Se a habilidade da razão fosse critério, muitos Seres Humanos incluindo bebês e pessoas especiais, teriam também que serem tratados como coisas, escrevendo o famosos trecho: "A questão não é eles pensam? Ou eles falam? A questão é: eles sofrem".
No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais. Sua crítica à ética Kantiana é uma vasta e frequente polêmica contra a exclusão dos animais em seu sistema moral, que pode ser exemplificada pela famosa frase: "Amaldiçoada toda moralidade que não veja uma unidade essencial em todos os olhos que enxergam o sol."
O conceito de direitos animais foi assunto de um influente livro em 1892, Animals' Rights: Considered in Relation to Social Progress, escrito pelo reformista britânico Henry Salt que formou a Liga Humanitária (Humanitarian League) um ano mais cedo, com o objetivo de banir a caça como esporte.


História do movimento moderno


                        animais domesticos 12 150x150 Animais Domésticos   Fotos
                    
O movimento moderno de direitos animais pode ser traçado no início da década de 70 e é um dos poucos exemplos de movimentos sociais que foram criados por filosófos e que permaneceram na dianteira do movimento. No início da década de 70 um grupo de filósofos da Univesidade de Oxford começou questionar porque o status moral dos animais não-humanos era necessariamente inferior à dos seres humanos. Esse grupo incluía o psicólogo Richard D. Ryder, que cunhou o termo "especismo" em 1970, usado num panfleto impresso para descrever os interesses dos seres na base de membros de espécies particulares.
Ryder tornou-se um contribuidor com o influente livro Animals, Men and Morals: An Inquiry into the Maltreatment of Non-humans, editado por Roslind e Stanley Godlovitch e John Harris e publicado em 1972. Foi numa resenha de seu livro para o New York Review of Books que Peter Singer, agora Professor de Bioética na University Center for Human Values na Universidade de Princeton, resolveu em 1975 lançar Libertação Animal o livro é frequentemente citado como a "bíblia" do movimento de direitos animais, mas que na realidade não concede direitos morais, nem legais para os animais não-humanos, pois baseia-se no utilitarismo.
Nas décadas de 80 e 90 o movimento se juntou numa larga variedade de grupos profissionais e acadêmicos, incluindo teólogos, juizes, físicos, psicologistas, psiquiatras, veterinários, patologistas e antigos vivisseccionistas.
Livros considerados como referência são:
  • The Case for Animal Rights (1983) de Tom Regan;
  • Created from Animals: The Moral Implications of Darwinism (1990) de James Rachels;
  • Animals, Property, and the Law (1995) de Gary Francione;
  • Rain Without Thunder: The Ideology of the Animal Rights Movement (1996) de Gary Francione;
  • Introduction to Animal Rights: Your Child or the Dog (2000) também de Gary Francione;
  • Rattling the Cage: Toward Legal Rights for Animals (2000) de Steven M. Wise;
  • Animal Rights and Moral Philosophy (2005) de Julian H. Franklin.

FILOSOFIA                                  

                                  
Direitos Animais é um conceito segundo o qual todos ou alguns animais são capazes de possuir a suas próprias vidas, vivem porque deveriam ter, ou têm, certos direitos morais, e alguns direitos básicos deveriam estar contemplados em lei. A visão dos defensores dos direitos animais rejeita o conceito onde os animais são meros bens capitais ou propriedade dedicada ao benefício humano. O conceito é frequentemente usado de forma confusa com a posição do bem-estar animal (ou bem-estarismo), que acredita que a crueldade empregada em animais é um problema, mas que não dá direitos morais específicos a eles.
A filosofia dos direitos animais não sustenta necessariamente a premissa de que animais humanos e não-humanos são iguais. Por exemplo, os defensores dos direitos animais não defendem o direito de voto para galinhas. Alguns ativistas também fazem distinção entre animais sencientes e auto-conscientes e outras formas de vida, com a crença de que somente animais sencientes ou talvez somente animais que tenha um significativo grau de autoconsciência deveriam ter o direito de possuir suas próprias vidas e corpos, independente da forma como são valorizados por humanos. Outros podem estender esse direito para todos os animais incluindo todos que não tenham desenvolvido sistema nervoso ou autoconsciência. Ativistas sustentam a ideia de que qualquer ser humano ou instituição que comodifica animais para alimentação, entretenimento, cosméticos, vestuário, vivissecção ou outra razão qualquer infringe contra os direitos animais possuírem a si mesmo e procurarem seus próprios fins.
Poucas pessoas poderiam negar que grandes primatas não-humanos são inteligentes, são cientes de sua própria condição, têm objetivos e talvez tornem-se frustrados quando têm sua liberdade podada.
Em contraste, animais como a água viva têm sistemas nervosos simples e tendem a ser mais autômatos, capazes de reflexos básicos, mas incapazes de formular qualquer fim para suas ações ou planejar o futuro. Mas a biologia da mente é uma grande caixa preta que clama consideração pela existência e ausência de mente em outros animais. O neurocientista Sam Harris aponta:
Inevitavelmente, cientistas tratam a consciência como mero atributo de certos animais de cérebro grande. O problema, entretanto, não é sobre o cérebro, como ele sobreviveu como sistema físico, através do que é o portador peculiar, a dimensão interna de cada um de nós experiência como consciência em seu próprio caso.... A definição operacional de consciência.... é reportabilidade. Mas consciência e reportabilidade não são a mesma coisa. É uma estrela do mar consciente? Não há ciência que dê conta da consciência com reportabilidade que irá oferecer uma resposta a esta questão. Para olhar para a consciência no mundo com base em seus sinais externados é a única coisa que podemos fazer. E então, quando nós sabemos muitas coisas sobre nós mesmos [e outros animais] em termos anatômicos, psicológicos e evolucionários, nós não estamos tendo ideia do porque é "parecido com algo" para ser o que somos. O fato do universo ser iluminado onde você está, o fato de seus pensamentos, modos e sensações terem uma característica qualitativa é um absoluto mistério.
O debate de direitos animais se parece muito com o debate sobre aborto, se complica pela dificuldade em estabelecer um corte claro de distinções entre a base moral e julgamentos políticos. O padrão relacional humano/não-humano é profundamente enraizado na pré-história e nas tradições.
Oponentes aos direitos animais têm tentado identificar diferenças moralmente relevantes entre humanos e animais que pudesse justificar a atribuição de direitos e interesses aos primeiros e não aos últimos. Variadas distinções entre humanos já foram propostas, incluindo a posse da alma, a habilidade de usar a linguagem, autoconsciência, um alto grau de inteligência e a habilidade de reconhecer os direitos e interesses alheios. Entretanto, tais critérios encontram dificuldades onde eles não parecem ter aplicação em todos ou somente os humanos: cada um poderia ser aplicado para alguns, mas não para todos os humanos, e também alguns animais.



Diferentes posições



A defesa dos direitos animais se dá com base em diferentes pontos de vista filosóficos:


 Posição baseada em direitos

A posição baseada em direitos tem como seu representante pioneiro o filósofo Tom Regan (The Case for Animal Rights e Jaulas Vazias). A teoria de Regan sobre a inclusão de não-humanos na comunidade moral tem como base a noção de animais como "sujeitos-de-uma-vida". Segundo Regan, os direitos morais dos humanos são baseados na posse de certas habilidades cognitivas. Essas habilidades seriam certamente compartilhadas por alguns animais não-humanos, tais como mamíferos com pelo menos um ano de idade. Sendo assim, ao menos estes animais deveriam ter direitos morais semelhantes aos humanos.
Animais considerados como "sujeitos-de-uma-vida" têm um valor intrínseco como indivíduos, e não podem ser tratados exclusivamente como meios para um fim. Isso é também chamado visão de "dever direto". De acordo com Regan, nós deveríamos abolir a criação de animais para comida, experimentação e caça comercial.
Enquanto filósofos utilitaristas como Peter Singer se concentram em defender a melhoria do tratamento dos animais mas ao mesmo tempo aceitam que estes podem ser legitimamente usados para benefício (humano ou não-humano), Regan acredita que temos a obrigação moral de tratar animais com o mesmo respeito com o qual tratamos pessoas, e aplica a ideia estrita Kantiana que não-humanos nunca deveriam ser sacrificados como simples meios para fins, e sim como fins para eles mesmos. É notável a ideia de que mesmo Kant não acreditava que animais não-humanos eram assunto para o que ele chamava de lei moral; ele acreditava que nós temos o dever moral de mostrar compaixão porque não podemos nos embrutecer, e não pelos animais em si.
A inclusão de todos os animais sencientes na comunidade moral é defendida pelo filósofo e scholar em Direito Gary Francione. Francione afirma que a senciência é o único determinante válido para o status moral, diferentemente de Regan que vê degraus qualitativos em experiências subjetivas de "sujeitos-de-uma-vida" de quem cai nesta categoria.
O trabalho de Francione (Introduction to Animal Rights, et al.) tem a premissa básica de que a condição de propriedade atualmente atribuída aos animais não-humanos impede que eles tenham qualquer direito garantido. Ele aponta que falar em igual consideração de interesses de uma propriedade contra o próprio interesse do proprietário é uma ideia absurda. Sem o direito básico de não ser propriedade, animais não-humanos não terão quaisquer direitos, ele diz. Por sugerir a abolição da condição de propriedade dos animais, o termo abolicionismo é utilizado para designar esta ideia. A posição abolicionista acredita que o movimento de direitos animais deve se basear no princípio de não-violência e na educação para o veganismo como uma forma de colocar em prática as mudanças no próprio dia-a-dia.
Francione afirma que não há atualmente um movimento de direitos animais nos Estados Unidos, mas somente um movimento bem-estarista. Alinhado em sua posição filosófica e em seu trabalho legal pelos direitos animais (Animal Rights Law Project) na Rutgers University, ele aponta que um esforço para aqueles que não advogam a abolição do status de propriedade dos animais é desorientado, em seus inevitáveis resultados na institucionalização da exploração animal. Em sua lógica inconsistente e falida nunca alcançarão seus objetivos melhorando as condições de tratamento (posição neo-bem-estarista), ele argumenta. Pior que isso, Francione acredita que muitos grupos estão a tornar mais eficiente e lucrativo o negócio de exploração animal. Francione sustenta que a sociedade dando o status de membros da família para cães e gatos e ao mesmo tempo matando galinhas, vacas e porcos para alimentação sofre de uma "esquizofrenia moral".


A posição utilitarista tem como principal representante o filósofo australiano Peter Singer. Embora Singer seja considerado erroneamente o fundador do movimento atual de direitos animais, sua posição frente o status moral dos animais não é baseada no conceito de direitos, mas em um conceito utilitarista de igual consideração de interesses. No seu livro Libertação Animal de 1975, ele argumenta que os humanos devem ter como base de consideração moral não a inteligência (temos o caso uma criança ou uma pessoa com problemas mentais) nem na habilidade de fazer julgamentos morais (criminosos e insanos) ou em qualquer outro atributo que é inerentemente humano, mas sim na habilidade de experienciar a dor. Como animais também experienciam a dor, ele argumenta que excluir animais dessa forma de consideração é uma discriminação chamada "especismo."
Singer diz que as formas mais comuns que humanos usam animais não são justificáveis, porque os benefícios para os humanos são ignoráveis comparado à quantidade de dor animal necessária para construção desses benefícios. E também porque os mesmos benefícios poderiam ser obtidos de formas que não envolvessem o mesmo grau de sofrimento. No entanto sua argumentação se aproxima do bem-estarismo clássico, chegando a defender a carne orgânica e a experimentação animal.




                                       Bem-estarismo



Críticos dos direitos animais argumentam que animais não têm a capacidade de entrar em contrato social, fazer escolhas morais e que não podem respeitar o direito de outros ou não entendem o conceito de direitos, sendo assim não podem ser colocados como possuidores de direitos morais. O filósofo Roger Scruton argumenta que somente os seres humanos têm capacidades e que "o teorema é inescapável: apenas nós temos direitos". Críticos que defendem essa posição também levantam que não há nada inerentemente errado com o uso de animais para comida, como entretenimento e em pesquisa, embora os seres humanos não obstante tenham a obrigação de assegurar que animais não sofram desnecessariamente. Essa posição tem sido chamada de bem-estarista e tem sido propagada por alguns das mais antigas organizações de proteção animal: por exemplo a "Sociedade Real pela Prevenção de Crueldades contra Animais", no Reino Unido. Essa argumentação é refutada pelos defensores dos Direitos Animais como uma análise especista e que na verdade só implica um uso mais eficiente e lucrativo da exploração animal.

 Leis

Autores como Gary Francione apontam que hoje não existem leis de direitos animais em nenhum lugar do mundo, pois para isso seria necessário abolir incrementalmente a condição de propriedade dos animais. O que existem são leis bem-estaristas que "protegem" os animais enquanto propriedade humana.
No Brasil a disciplina jurídica da fauna, apontando-se as Ordenações Filipinas, como a primeira lei que regulamentou a matéria. Atualmente, os maus-tratos de animais são crimes previstos no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605, chamada de Lei de Crimes Ambientais. Para o infrator, a lei imputa multa ou pena de três meses a um ano de prisão. Para tanto, basta fazer uma denúncia para qualquer órgão competente: Delegacia do Meio Ambiente, Ibama, Polícia Florestal, Ministério Público, Promotoria de Justiça do Meio Ambiente ou até mesmo na Corregedoria da Polícia Civil.


 Animais utilizados em guerras

Durante a Segunda Guerra, o exército britânico treinava cachorros para correrem embaixo dos tanques e deixar explosivos em território inimigo. Sem sucesso, a ideia foi abandonada depois que bombas explodiram tanques aliados.
O exército estadunidense, por sua vez, fez com que gatos fossem atirados de aviões, amarrados a bombas, para que chegassem até os navios alemães. A experiência foi suspensa porque os felinos ficavam inconscientes com a queda e não alcançavam o território visado.
No dia 1 de julho de 1946, a marinha estadunidense usou 5.664 animais para testar armas atômicas no sul do Pacífico, com o objetivo de observar o efeito da radiação na pele dos animais e desenvolver roupas de proteção. 10% dos animais morreram na hora; outros 25% morreram nos vinte dias seguintes.
Já no ano de 2003, no Golfo Pérsico, no Iraque, nove golfinhos e leões-marinhos se tornaram os primeiros mamíferos a atuar na limpeza de minas em situação de combate. Também passaram a proteger píeres, barcos e ancoradouros contra mergulhadores, nadadores e navios não autorizados.
Afegãos e palestinos utilizaram no início do século XXI camelos para atacar inimigos. Em 26 de janeiro de 2003, um burro morreu numa explosão detonada por celular, em um ponto de ônibus de Israel, onde nenhum humano foi ferido.

Associações de Direitos Animais

No Brasil, existem alguns grupos de Direitos Animais como o GAE, o Gato Negro, a Sociedade Vegana e a União Libertária Animal (ULA).
Em Portugal existem os grupos Animais de Rua, Acção Animal, ANIMAL e LPDA.


Referências


  1. Cristina Beckert, Direitos dos Animais - Dicionário de Filosofia Moral e Política, Instituto de Filosofia da Linguagem↑  MICHAEL, Steven. "Animal personhood: A Threat to Research", The Physiologist, Volume 47, N° 6, Dezembro de 2004.
  2. GUITHER, Harold D. Animal Rights: History and Scope of a Radical Social Movement. Southern Illinois University Press; reedição 1997. ISBN 0-8093-2199-8
  3. ↑ "Ética," Enciclopédia Britânica, 17 de Junho, 2006.
  4. "Ambientalismo," Enciclopédia Britânica, 17 de Junho, 2006.
  5. TAYLOR, Angus. Animals and Ethics: An Overview of the Philosophical Debate, Broadview Press, Maio de 2003. ISBN 1-55111-569-7
  6. ↑ "Animal rights," Enciclopédia Britânica, retirado em 16 de June, 2006.
  7. 'Personhood' Redefined: Animal Rights Strategy Gets at the Essence of Being Human", Association of American Medical Colleges, retirado 12 de Julho, 2006..
  8. Animal law program, Animal Legal Defense Fund, retirado em 23 August, 2006; 47 escolas de direito nos EUA têm estudantes na animal legal defense funds (fundos para defesa animal legal), com mais sendo iniciados Australia, Canadá, Inglaterra, Nova Zelândia e muitos outros. Estados, regiões, e locações têm formado associações legais para advogar pelos direitos animais e pela proteção. No Brasil o Instituto de Abolicionismo Animal publica a Revista Brasileira de Direito Animal, que foi lançada no 1o Congresso Vegetariano Brasileiro e Latino-americano..
  9. DERSHOWITZ, Alan. Rights from Wrongs: A Secular Theory of the Origins of Rights, 2004, págs. 198-99 e "Darwin, Meet Dershowitz" The Animals' Advocate, Inverno de 2002, volume 21.
  10. Steven Wise, professor de direito na Harvard Law School, tem demonstrado sua aproximação com a causa, citando Robert Samuelson: "O progresso ocorre funeral por funeral." (Wise, Steven M. "Address at the 5th Annual Conference on Animals and the Law," Comitê de assuntos legais pertencentes aos animais, Associação da grande cidade de Nova Iorque, 25 de Setembro, 1999)
  11. ROSSEAU, Jean-Jacques. Discursos sobre a Desigualdade, 1754, prefácio.
  12. BENTHAM,Jeremy. Uma Introdução aos Princípios da Moral e da Legislação, 1789. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
  13. RYDER, Richard D. "All beings that feel pain deserve human rights", The Guardian, 6 de Agosto, 2005
  14. Harris, S The End of Faith. Religion, Terror, And The Future Of Reason. W.W. Norton & Company. 2004.
  15. Carta aberta para John Mackey CEO da Whole Foods, Whole Foods Market, retirado 2 de Abril, 2007..
  16. Father of animal activism backs monkey testing", Sunday Times (UK), retirado 2 de Abril, 2007..
  17. REGAN, Tom. "The Case for Animal Rights", retirado em 20 de Abril, 2006.
  18. FREY, R.G. Interests and Rights: The Case against Animals. Clarendon Press, 1980 ISBN 0-19-824421-5
  19. SCRUTON, Roger. Animal Rights and Wrongs, Metro, 2000.ISBN 1-900512-81-5.
  • SANTANA, Heron José de. Abolicionismo animal. Revista de Direito Ambiental. São Paulo, Revista dos Tribunais, n. 6, p. 85-109, out/dez, 2004.
  • SINGER, Brent A.: An Extension of Rawls' Theory of Justice to Environmental Ethics. Environmental Ethics 10, 1988, p. 217-231
  • VAN DE VEER, Donald: Of Beasts, Persons, and the Original Position. The Monist 62, 1979, p. 368-377





              PORTAL ANIMAIS DOMÉSTICOS
                       
 

 

                                                    


               

 



                       *  ANIMAIS DOMÉSTICOS




                                             * Cães, gatos e outros animais.



                                                                                    *  IMPORTANTE



Por determinação do Decreto nº 6.946, de 21/08/2009, não é mais necessária a legalização, para animais de estimação (cães, gatos e pássaros), dos certificados internacionais de saúde animal emitidos por veterinário local e certificados pelo USDA. (US Department of Agriculture)
Sugere-se aos interessados contatarem previamente a companhia aérea, tendo em vista que a citada legislação foi publicada recentemente. 
 Entrada de animais vivos no Brasil

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento( MAPA) instruiu os Postos no exterior a condicionar a legalização de Certificados estrangeiros para exportação de animais (com exceção de cães e gatos) à apresentação pelos interessados da devida autorização do MAPA. Para obtenção da referida autorização e esclarecimento de eventuais duvidas, o MAPA disponibilizou o seguinte endereço eletrônico:
cta@agricultura.gov.br
.
No que se refere à entrada de cães e gatos (importação de caninos e felinos domésticos), os interessados deverão apresentar-se tão-somente
Certificado Zoossanitário Internacional - CZI.



 A) Cães e gatos
Para a entrada no Brasil de cães e gatos, é necessária a apresentação de:
 1 - Atestado de vacinação anti-rábica (para animais com idade igual ou superior a noventa dias, realizada trinta dias antes da data do ingresso no caso de primeira vacina, e com validade de um ano).
2- Certificado Zoossanitário Internacional: Após colher o atestado de vacinação e de saúde expedido pelo veterinário do animal, obter o "International Health Certificate" (Certificado Zoossanitário Internacional). O formulário deverá ser preenchido, assinado e selado (selo seco) por veterinário oficial do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Deverá constar do certificado que, nos 40 dias anteriores ao embarque, não grassava no lugar de procedência do animal moléstia infecto-contagiosa.
Deverão constar no Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) ainda os seguintes dados:


a) Proprietário do animal: Nome completo, endereço residencial (rua, número, cidade, estado e país);


b) Animal: Nome, raça, sexo, data de nascimento, tamanho, pelagem e sinais particulares;


c) No CZI, além dos dados constantes nos itens a e b, deverão ser indicados os países de procedência e de destino;


d) No CZI deverá estar comprovado que o animal identificado foi examinado nos 10 (dez) dias anteriores ao embarque, não apresentando nenhum sinal clínico de doenças próprias da espécie.


B) Outros animais

Existem restrições à entrada no Brasil de aves silvestres exóticas, para as quais é necessária autorização prévia de importação, expedida pela autoridade de proteção à fauna silvestre no Brasil (IBAMA).
Outros animais somente podem entrar no Brasil mediante autorização prévia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

C) Saída do Brasil

Para a saída do animal do Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento deve ser consultado sobre os procedimentos necessários.
 Sites úteis:
 Para informações sobre onde obter o certificado internacional nos EUA, poderá ser consultado o seguinte site: http://www.aphis.usda.gov/vs/area_offices/maryland.htm
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: http://www.agricultura.gov.br/Divisão de Fiscalização do Trânsito e Quarentena Animal - DFQA: mailto:%20DFQA@agricultura.gov.br
tel: (61) 218-2236 / (61) 218-2701 / (61) 218-2694
IBAMA: http://www.ibama.gov.br/mailto:%20linhaverde@ibama.gov.br - tel: (61) 316-1212 / (61) 316-1025


                                                  

sexta-feira, 8 de abril de 2011

PROJETO ANIMAIS

      Esta cadela foi fotografada em frente ao mercado modelo
 Boca Preta

Segundo seu Antônio que é pescador há mais de 40 anos nas praias de Salvador, afirma que sempre ao chegar um turista tirando fotos," Boca Preta" assim chamada por todos os pescadores da redondeza do mercado modelo relata que ela pode até estar dormindo, mas, acorda ao perceber que estar sendo fotografada, é uma verdadeira modelo, diz ele, pois,são poses por todos os lados.  Fiquei apaixonada é linda!.!



Uma estudante de jornalismo apaixonada por animais
Rosania Santos Oliveira


 
                                                        


PROJETO: ANIMAIS



O tema do projeto é dispersa o interesse natural das pessoas de um modo geral ou seja de todas as idades, sendo assim todos terão a seu espaço para neste blog por suas opiniões e poder dar também o seu ponto de vista em geral contam com várias informações relativas aos aminais e suas pespectivas com relação a eles. A proposta do assunto animais é de uma possível justificativa, pois eles têm uma importante presença em nosso mundo cotidiano e além disso possuem o importante caráter de identificação de suas vivencias pessoais e sociais. Esse estudo facilitara a correlação entre diversos animais e destes com seu ambiente que seram aprofundadas e ampliadas em vários estudos.






Objetivo geral:



Identificar os animais domésticos e mais conhecido e conhecer outros animais da flora Brasileira.






Objetivos específicos;


• Reconhecer várias espécies de animais.
• Nomear os animais e suas características físicas.
• Identificar animais já conhecidos e os desconhecidos.
• Descrever alguns animais.
• Valorizar os animais como seres importantes e a necessidade da sua preservação no planeta.
• Aguçar a consciência ecológica.
• Classificar animais quanto ao seu habitat, alimentação, comportamento, características, etc.
• Observar e reconhecer as pegadas de alguns animais, comparando-as com as das pessoas.
• Imitar sons de animais.
• Explorar os diversos animais, utilizando todos os sentidos.
• Aguçar a curiosidade e o desejo de conhecer vários animais.
• Exercitar as percepções, através das diversas atividades sugeridas durante o projeto.

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ANIMAIS DOMÉSTICOS



Quem não gosta de um animalzinho de estimação, um mascote amigo que lhe faça companhia em todos os momentos. São bem poucas as crianças que tem aversão a essa idéia.
Em geral as crianças, se apegam a esses animaizinhos como seus melhores amigos, às vezes fazendo festa de aniversário, casamento, lua de mel, batizado etc., tudo é motivo de festa.
Mas, para se ter um animalzinho bonitinho e saudável devemos ter alguns cuidados especiais que citaremos para cada espécie, caso você queira fazer parte dessa galera que tanto admira e curta esses adoráveis companheiros ai vai algumas informações de extrema importância.

                                                                 CÃES

                                                      


    


          
Raça e Origem
Chiuauha
(México)
Características Físicas
Têm os pêlos curtos. São companheiros, mas não se adaptam com facilidade. É considerada a raça mais antiga do continente americano e a menor do mundo.
      





Raça e Origem
Mini Pinscher
(Alemanha)
Características Físicas
São um pouco maiores que o poodle micro, seu pêlo é curtinho e ele tem uma certa semelhança com o Bambi. É um cãozinho muito vivo, inteligente e afetuoso, ótimo companheiro, se apega de forma especial ao eu dono e as pessoas que conhecem tornando-se um pouco ciumento e possessivo em algumas vezes. É indicado para quem quer ter um animalzinho sem ter muito trabalho. São pequeninos, fracos, abusados e latem bastante.




Raça e Origem
Poodle Micro Poodle Toy Micro(França)
Características Físicas
Está entre as menores raças existentes no mundo, cabem na palma da mão e podem ser encontrados de diversas cores, tem a pelagem não muito comprida e nem muito grande. A adaptação com seu dono é bem fácil por ser um animal inteligente, dócil, amigo, adora brincar especialmente com crianças e passear é o seu maior passatempo. São obedientes, mas não são tímidos. Cãozinho ideal para espaços pequenos. Seu rabinho deve ser cortado nos primeiros dias de vida.




Raça e Origem
Basset(Grã-Bretanha)
Características Físicas
Originário da Grã-Bretanha de origem bem antiga. É pequeno com as patas curtinhas e corpo, orelhas e rabo compridos. Cãozinho caçador, guardião e muito companheiro, seu nome deriva da palavra francesa bas que significa "baixo". Existem em várias cores como: caramelo, preto ou misturado. Seu pêlo é curto, não necessitando muito trabalho.




Raça e Origem
Beagle
Características Físicas
Criado provavelmente no período Elisabetano, com cruzamentos entre o Harrier e antigos Sabujos Ingleses tem o porte médio, é muito bonitinho, tem o pêlo curto e malhado. É um cãozinho adorável, dócil, carinhoso e adora brincar e são arteiros também.


Raça e Origem

Bichon Frisée
(França)
Características Físicas
Parecido com poodle seu porte é de pequeno para médio, tem o focinho mais arredondado, é peludo e requer cuidado com os pêlos devendo ser sempre bem tratado e penteado, tem o rabinho comprido, é um cãozinho amistoso e ativo, a despeito da aparência é bem forte, ousado e também é um ótimo companheiro.                                   

Raça e OrigemCocker Spaniel Americano
Cocker Spaniel Ingles
Características Físicas
O primeiro tem origem americana e o segundo da Grã-Bretanha. Ambos são afetuosos, dóceis, excelentes para crianças e são sociáveis com estranhos. Possuem porte um pouco maior, pêlos médios, franjinhas e também podem nascer de diversas cores. São companheiros, obedientes e ótimos caçadores.



Raça e Origem
Lhasa Apso
(Tibet)
Características Físicas
É um cãozinho que late pouco, é bastante leal e muito afetuoso. É clássico de companhia, gosta muito de brincar, é muito carinhoso, brincalhão e um pouco medroso. Costuma ser ciumento com seus pertences não admitindo dividir o que é seu.




Raça e Origem
Maltês
(Itália)
Características Físicas
É também de porte pequeno, mostra seu charme através de sua linda franjinha que é comprida protegendo assim sua visão da luminosidade e se por acaso prendermos sua franjinha ele fica nervoso por não gostar da brincadeira. É muito inteligente, ótimo companheiro e cheio de vida, esta sempre feliz e disposto a qualquer coisa, adora um colinho, principalmente de seu dono, mas, é também um pouco possessivo. Sua calda é pouco longa e peluda.




  
Raça e Origem
Pequinês
(China)
Características Físicas
Com pêlos não muito curtos e nem muito compridos, tem a carinha meio achatada e olhos bem grandes e esbugalhados. É um cãozinho de luxo e estimação, mas é também um grande guardião por sua coragem e astúcia. É um ótimo companheiro e late pouco. Seu rabinho é um pouco comprido.






Raça e Origem
Poodle
(tamanhos 2 - toy, 3 - médio e 4 - standard) (França)
Características Físicas
Cãozinho também de porte pequeno, mas variáveis entre pequeno, médio e grande com as mesmas características do Poodle citado acima. Além de ser uma raça companheira eles são guardiões e latem com qualquer barulho diferente ao normal.



Raça e Origem
Yorkshire
(Grã-Bretanha)
Características Físicas
Esse cãozinho é muito companheiros e seu porte é menor que o pequinês o pêlo é comprido e escorrido, ele é muito brincalhão e ideal para crianças tem orelhinhas grandes e uma franjinha bem charmosa.
                                                                                                    


 

 
Raça e OrigemChow Chow
(China)
Características Físicas
É um lindo cãozinho de origem chinesa conhecida como o cãozinho da língua azul, é de porte grande, muito peludo, de cor caramelado, muito bonito, mas, requer muito trabalhoso, é brincalhão e carinhoso. Requer um bom espaço para correr.



Raça e OrigemDálmata
(Iuguslávia)
Características Físicas
Porte de médio para grande, pêlo curto e branco com bolinhas pretas, uns com coloração mais claras outros mais escuros. Um amor de cachorro muito calmo, fiel, independente, porém domesticável, brincalhão, muito sensível, carinhoso, aprecia muito a companhia do homem, pois sem ela torna-se melancólico. Requer um bom espaço para se exercitar.




Raça e Origem
Dobermann
(Alemanha)
Características Físicas
É de porte grande, muito esbelto, rabo e pêlo curto e através de cirurgia nas orelhas, ainda quando recém nascidos, pode-se deixá-las em pé tornando o cãozinho ainda mais altivo e bonito. Requer um cuidado especial, pois, pode atacar até o próprio dono, caso este não se identifique anteriormente. A fêmea é mais tranqüila e afetuosa, porém, desconfiada com estranhos, já o macho é inteligentíssimo, impetuoso e agressivo. Ideal para terrenos grandes e ótimo guardião.





Raça e Origem
Husky Siberiano
(Nordeste da Ásia)
Características Físicas
É uma raça criada pela tribo Chukchi, constituindo seu único meio de transporte por ser ótimo trabalhador puxando trenós. Tem lindos olhos azuis é bem peludo ideal para lugares onde predomina o clima mais frio, muito amigo, mas, também muito bagunceiro.


Raça e Origem
Labrador
(Grã-Bretanha)
Características Físicas
É muito treinado para guias de pessoas cegas. É um cãozinho que apesar de ter um porte grande é amigável, ativo, dócil, afetuoso, simpático, muito obediente e o mais farejador de todos, é lindinho nascem de diversas tonalidades, seu pêlo é curto e requer um bom espaço.




                                                  





Raça e Origem
Pastor alemã/ Belga
(Alemanha)
Características Físicas
É um cão ilustre por ser um excelente farejador é treinado por policiais e bombeiros para buscas em geral e também é adestrado como guia de pessoas com deficiência visual. È sensível, amigo das crianças, corajoso e leal ao seu dono. Requer cuidado com o pêlo por ser peludo e também um bom espaço para se exercitar.




Raça e Origem
Pittbull
Características Físicas
Hoje é conhecido como o mais perigoso, agressivo e com proibição de proliferação. Dependendo da linha de sangue, podemos encontrar cães sociáveis e equilibrados, assim como exemplares ferozes. É muito violento podendo atacar qualquer pessoa, inclusive o próprio dono. Esse cãozinho já causou inúmeros danos, com mortes. Só é permitido sair com esse animal na rua após as 22 horas, com focinheira e coleira bem resistente. É um animal inadequado principalmente para quem tem crianças em casa.




Raça e Origem
Rottweiler
(Alemanha)
Características Físicas

É um cão equilibrado, protetor e resoluto, companheiro, guardião e tranqüilo, porém, possui um forte instinto territorial tornando-se feroz com pessoas desconhecidas, É de fácil adestramento por ser muito inteligente. Ideal para terrenos grandes. Tem o rabo e o pêlo curto.





Raça e OrigemSetter Inglês
Características Físicas
Dócil apesar de grande é também ótimos caçador e guardião. Seu pêlo é cor de ferrugem. Fica irritado quando se sente ameaçado


                                                                 



                                   
Raça e Origem
Shar Pei
(China)
Características Físicas

Conhecido como o cãozinho da carinha enrugada, é muito fofo e lindo. Muito tranqüilo é um ótimo companheiro, amigo das crianças. Apesar do passado violento e da aparência triste é um cãozinho que preza a companhia do homem, o aconchego do lar e o carinho de seu dono. Seu porte é de médio para grande. Requer também um bom espaço para correr.
       
                           
Raça e Origem
Weimaraner
(Alemanha)
Características Físicas

Cão de grande porte com tonalidade meio acinzentada misturado com marrom claro, olhos verdes, é muito bonito, inteligente, fiel, afetuoso bom guardião e ótimo caçador.



Raça e Origem
Dog Alemão
Características Físicas
É realmente um cachorrão, mas muito esbelto, tranqüilo e afetuoso. Quando de pé pode ser mais alto que um homem. Apesar de todo o tamanho parece um bobão, mas é bom guardião podendo se tornar agressivo dependendo da situação em que for colocado. É jovial, dócil e amigável com seu dono. Requer um terreno bem grande, pois, necessita de espaço amplo para exercitar-se.
                                                                                        


Raça e Origem
Fila Brasileiro
(Brasil)
Características Físicas
Este é o brasileirinho que é muito grande, gordo e desengonçado. Ideal para tomar conta e pastorear terrenos muito grandes. Requer alguns cuidados por poder atacar estranhos. Foi utilizado no passado como cão de caça, de guarda e captura de escravos fujões.